Crítica Autobiografia não escrita de Martha Freud
“Teolinda é uma das grandes figuras da literatura portuguesa contemporânea e possui a força de um furacão; aliada a uma delicadeza extrema, essa força dá-nos o retrato de uma mulher nascida das suas próprias contradições e que, ao longo de vinte livros, delas se alimenta.”
LUCIANA LEIDERFARB, EXPRESSO
“Assente numa investigação meticulosa da correspondência íntima entre Martha e Sigmund Freud (mais de 1.500 cartas), o romance resgata uma figura historicamente apagada e devolve-lhe voz e vida. Uma vida situada no século XIX que ressoa de forma inquietantemente contemporânea na condição das mulheres de hoje, afirmando que ambas as vozes têm igual direito a ser ouvidas.”
MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MULHERES
Autobiografia Não Escrita de Martha Freud dá voz a uma narradora na primeira pessoa, autónoma e paciente, em busca de si mesma, através de um percurso fragmentário, deliberadamente subjectivo e intensamente (auto)crítico.”
CRISTINA NOBRE, JORNAL DE LEIRIA
“Este é um livro que devia ser conhecido por todos, estejam ou não familiarizados com as teorias de Freud. (…) O romance pode ler-se como um thriller (…) Com a sua linguagem poética e cativante, o livro merece urgentemente uma tradução brasileira.”
DÉCIO TORRES, JORNAL DA TARDE (SALVADOR, BRAZIL)
“O livro baseia-se em mais de 1.500 cartas trocadas entre Sigmund Freud e Martha Bernays, documentos que servem de matéria-prima, rigorosamente analisada pela autora, que os lê em profundidade, interpretando silêncios, lacunas e subtextos.”
CLEBER FRANCISCO ALVES, DIÁRIO DE PETRÓPOLIS, BRAZIL
“O recente romance A Autobiografia Não Escrita de Martha Freud é a chave de ouro para um tema central na obra de Teolinda Gersão. (…) Depois da Revolução de 25 de Abril, nenhuma outra autora se dedicou de forma tão consistente à escrita feminina/feminista.”
MIGUEL REAL, JORNAL DE LETRAS
“Martha Freud, durante tanto tempo eclipsada pela sombra do marido (…) esta abordagem pode ser vista como uma forma de reparação histórica.”
MATTEO PUPILLO, PROFESSOR SORBONNE UNIVERSITY, PARIS
“A magnífica Autobiografia Não Escrita de Martha Freud, de Teolinda Gersão (…) uma obra ousadamente original, tanto no tema como na forma, que dá voz a uma mulher já não invisível nem silenciosa.”
DARLENE J. SADLIER, INDIANA– BLOOMINGTON, USA
“O romance não é diacrónico; o tempo comprime-se e expande-se conforme a vontade de uma escritora há muito senhora do seu ofício.”
LUÍS SERRANO, AS ARTES ENTRE AS LETRAS
Considerado um dos melhores livros do ano na VISÃO e no EXPRESSO
“Isto poderia descrever-se como um gesto político: um romance que resgata Martha Bernays.”
VISÃO
“Uma notável ‘autópsia’ do casal Martha–Sigmund. Um livro notável.”
JOSÉ GAMEIRO , EXPRESSO
“O romance impressiona pela tentativa minuciosa de aceder à dimensão mais íntima da vida de Martha Bernays.”
SÉRGIO ALMEIDA, JORNAL DE NOTÍCIAS
“A Autobiografia Não Escrita de Martha Freud (Porto Editora) aborda a relação entre o fundador da psicanálise e a sua mulher, ‘silenciada e reduzida ao estereótipo de esposa, mãe e dona de casa’. Um tema difícil e fascinante, que recomendo mesmo antes de ter lido este romance, construído a partir das cartas que trocaram.”
JOSÉ MIGUEL JÚDICE, EXPRESSO
“Mais do que revisitar Freud, o livro propõe um gesto inovador: resgatar Martha como sujeito da sua própria história.”
JOÃO CÉU E SILVA, DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Autobiografia não escrita de Martha Freud é um romance intimista e sofisticado que explora a memória, a identidade e o universo feminino com grande profundidade literária. Teolinda Gersão confirma, nesta obra, a sua capacidade de transformar a experiência interior em matéria literária de elevada qualidade estética e humana.
HELENA SACADURA CABRAL